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quinta-feira, 10 de novembro de 2016
Almah: Banda se emociona com público no Hell In Rio
A banda Almah e a Top Link Music agradecem o festival Hell In Rio e a THC Produções pela excelente organização de um evento que ficará guardado e marcado na memória de todos os músicos. Esta apresentação foi o lançamento oficial da turnê de divulgação do novo álbum “E.V.O”.
O vocalista Edu Falaschi ficou muito emocionado com a presença de todos os fãs da banda e de outros grupos também, que interagiram em harmonia e sem nenhuma confusão, muito pelo contrário. “Fiquei muito feliz em ver um festival só nosso, com bandas nossas, repleto de amigos em perfeita harmonia. Todo mundo se ajudando e transformando o festival em uma vibração única”, disse Edu.
O projeto do Hell In Rio surgiu após uma enquete nas redes sociais para saber inicialmente quais bandas os cariocas gostariam de assistir em um festival no Rio de Janeiro. Surpreendentemente, mais de 20 mil pessoas participaram da pesquisa que, por ventura, acabou indicando mais de 200 grupos de todo país. E foi a partir destas sugestões, que a produtora iniciou as negociações para formar o cast do evento, o que deixou todos do Almah muito felizes.
Mais informações:
http://www.almah.com.br
http://www.toplinkmusic.com
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terça-feira, 8 de novembro de 2016
Rock: as dez lendas mais macabras do gênero
Texto originalmente postado no Ultimate Classic Rock. Todos os direitos, até mesmo as reclamações, cabem ao primeiro autor, Sterling Whitaker.
Nem sempre é fácil ser famoso. Claro que possui suas vantagens, como o dinheiro, a fama e todo o excesso que vem com eles. Mas como desvantagem você tem que aturar vários rumores, alguns bem bobos, outros nem tanto. O rock sempre foi um moinho de fofocas e algumas destas histórias são não somente absurdas como também macabras. Elas são repetidas até tornarem-se lendas e algumas das mais nojentas acabam se tornando verdadeiras. Continue a leitura para descobrir tudo sobre as 10 mais macabras lendas do Rock e se elas são verdadeiras ou não.
10: A Língua de vaca de Gene Simmons
O KISS é uma banda que costuma fazer quase qualquer coisa por atenção, e ninguém o faz mais do que o baixista Gene Simmons. O extrovertido músico frequentemente brinca sobre as vantagens sexuais de sua grande língua, mas Simmons também é publicamente zombado nas macabras lendas do rock por supostamente possuir uma língua de vaca enxertada em sua própria, para criar este tão conhecido apêndice.
Veredicto: FALSO
09: A Transfusão de Sangue de Keith Richards
Não é segredo que Keith Richards realmente abusou do uso de drogas durante toda sua vida. O músico já foi protagonista de um violento rumor que não se esvai, que afirmava que ele estava tão desesperado para se limpar da heroína usada durante uma turnê européia em 1973 que ele teve todo seu sangue trocado por sangue limpo em uma clínica na Suíça. O guitarrista, porém, nega a história, afirmando que inventou tudo ao já estar irritado com perguntas sobre as drogas. Pessoas próximas, porém, afirmam que ele sofreu hemodiálise para “simplesmente” livrar seu sangue de toxinas.
Veredicto: Verdadeiro e Falso
8: Stevie Nicks e as drogas retais
Stevie Nicks é mais uma personalidade do rock que já admitiu seu passado de abuso extremo de drogas, especialmente cocaína. Mas a persistente lenda conta que a cantora desenvolveu uma tolerância tão alta à droga que ela só conseguia sentir seus efeitos se a absorvesse pelo seu reto, para obter uma dose mais pura. Este rumor a seguiu durante tanto tempo que foi preciso negá-lo publicamente.
Veredicto: FALSO
07: Mick Jagger e o chocolate
Em fevereiro de 1967, policiais seguindo denúncias, fizeram uma batida na casa de Mick Jagger em busca de drogas. Ao adentrar a residência encontraram o músico, a cantora Marianne Faithfull e outros na sala de estar. A polícia clama ter apanhado Jagger comendo um chocolate ( Mars) da vagina de Faithfull, que estava enrolada somente em um lençol, uma afirmação que ela vigorosamente negou em sua autobiografia, alegando ser somente a fantasia de um homem velho e pervertido.
Veredicto: FALSO
06: KISS deu o sangue para uma História em Quadrinhos da Marvel
Algumas vezes as lendas mais loucas acabam sendo verdade. O KISS foram inspiração para uma história em quadrinhos, dado seus tão carismáticos personagens e inigualáveis inclinação para sua própria divulgação. Em 1977, porém, a banda se superou quando deixaram seu sangue ser tirado e o adicionaram à misturade tinta para a primeira edição da Marvel Comics Super Special KISS Comic Book. Os músicos foram até fotografados doando sangue para seu tão questionável projeto. Levando em conta todo seu passado sexual e abuso dedrogas, você ia querer seu filho segurando uma HQ com o sangue do KISS?
Veredicto: VERDADEIRO
5: FRANK ZAPPA ganha concurso de nojeiras
Frank Zappa era muito excêntrico. Era fácil para seus fãs acreditarem em coisas estranhas sobre o músico. Uma das 10 lendas mais macabras do Rock afirma que uma vez Zappa ganhou um concurso de nojeiras no palco (alguns dizem que foi contra Captain Beefheart, outros ALICE COOPER), após comer as fezes de seu oponente que havia defecado no palco. Uma outra variação diz que Zappa apenas defecou no palco, mas ele explicou em sua autobiografia: “Para constar, caras, eu nunca caguei no palco, e o mais perto que cheguei de comer merda foi no Buffet do Hoiday Inn na Carolina do Norte em 1973”.
Veredicto: FALSO
04: Rod Stewart e a lavagem estomacal
A reputação de Rod Stewart com as mulheres o precede, e sua nova autobiografia não esconde a extensão de sua lendária vida sexual. Uma lenda, porém, afirma que Stewart teve que correr para o hospital em busca de uma drenagem no estômago, após ingerir muito sêmen de um grupo de marinheiros, e vários relatos afirmaram ser quantidades próximas a um galão.
Stewart atribui a história a um malicioso assistente recém-despedido “Nunca tive que receber uma lavagem estomacal. Seja de sêmen de marinheiros ou qualquer outro tipo”.
Veredicto: FALSO
03: Keith Richards cheirou as cinzas de seu pai
Em 2007, Keith Richards virou manchete internacional ao contar ao New Musical expresse que cheirou as cinzas de seu pai misturadas com cocaína. Ele afirmou mais tarde que a frase havia sido retirada do contexto, negando o ocorrido. Em sua autobiografia “Life”, o guitarrista confirmou que de fato cheirou seu velho pai, mas não misturado com cocaína. Richards alega que algumas cinzas de seu pai sopraram na mesa enquanto ele as espalhava, e cheirá-las parecia uma opção melhor do que simplesmente jogar os resíduos fora.
Veredicto: VERDADEIRO
02: Led Zeppelin e o incidente com o peixe
Os integrantes do LED ZEPPELIN estavam na Edwater Inn, em Seattle, durante sua primeira turnê nos Estados unidos. Aparentemente é verdade que alguns membros da banda, seu Road mananger e membros do VANILLA FUDGE estiveram envolvidos no ato de usar um peixe que haviam pescado para penetrar uma jovem groupie. Robert Plant negou a história logo em seu inicio, mas alguns dos outros presentes confirmaram tudo, e ainda disseram que haviam esposas assistindo tudo.
VEREDICTO: VERDADEIRO
01: OZZY morde uma cabeça de morcego
OZZY OSBOURNE ganhou infâmia do dia para a noite após um incidente ocorrido em janeiro de 1982 em Des Moines, Iowa. Durante o pico de seu problema comdrogas, Osbourne estava tocando, quando um membro da platéia jogou um morcego no palco. Ozzy, acreditando que se tratava de um brinquedo de borracha, arrancou sua cabeça com os dentes, descobrindo da pior maneira que era um animal de verdade. O ocorrido não só alimentou sua lenda de “madman” do Rock, mas também fica em primeiro lugar neste top 10. Ainda devemos mencionar que Ozzy também arrancou a cabeça de uma pomba, foi preso por urinar no Álamo (antiga igreja no Texas), e cheirou uma carreira de formigas vivas. VIVA OZZY!
Veredicto: VERDADEIRO
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Metal sinfônico: os 10 melhores segundo o TeamRock
Durante anos, o metal sinfônico foi um gênero que não ousou honrar seu nome. Com suas letras temáticas de fantasia e orquestrações, o estilo era uma espécie de trilha para Dungeons & Dragons com narração de Andrew Lloyd Weber.
Mas nos últimos anos o symphonic metal tem passado por uma reabilitação radical aos olhos do mainstream, ao ponto de um dos ícones do estilo, o Nightwish, explorar as teorias de um cientista do nível de Richard Dawkins em seu disco mais recente.
Abaixo estão os melhores álbuns pra você mergulhar no gênero, em ordem cronológica.
Blind Guardian
Nightfall in Middle-Earth (1998)
Nightfall in Middle-Earth (1998)
Embora alguns possam afirmar que os alemães tem mais em comum com o power metal, o Blind Guardian também merece um lugar de destaque quando falamos de metal sinfônico, graças, em grande parte, à forma como compõe e organiza suas músicas. O universo criado por Tolkien fornece um banquete medieval intercalado por sonoridades folk, com interlúdios encaixados sob medida para ilustrar o enredo. Uma grande ópera do metal!
Rhapsody
Symphony of Enchanted Lands (1998)
Symphony of Enchanted Lands (1998)
Poucos álbuns foram capazes de alcançar uma união tão limpa e afinada de sons orquestrais e heavy metal quanto "Symphony of Enchanted Lands". O impacto foi tamanho que a banda acabou ganhando um fã famoso, Christopher Lee. O disco equilibra em partes iguais influências de Conan O Bárbaro e peças clássicas emblemáticas. Os italianos nunca soaram melhor!
Haggard
Awaking the Centuries (2000)
Awaking the Centuries (2000)
O Haggard pode ser desconhecido para os fãs casuais de metal sinfônico, mas os alemães estão na ativa desde a década de 1990, embora no início a banda trilhasse pelo caminho do death metal. Enquanto a grande maioria das bandas tende a utilizar os teclados para conseguir o efeito orquestral, o Haggard prefere manter a coisa real, com um line-up que é praticamente uma porta giratória de músicos empunhando instrumentos medievais tradicionais como se fossem armas.
Symphony X
V: The New Mythology Suite (2000)
V: The New Mythology Suite (2000)
Vindo de New Jersey, o Symphony X tem misturado música sinfônica, neoclássica e power metal com elementos progressivos por mais de duas décadas, criando algumas das músicas mais marcantes do gênero. Este disco é uma peça conceitual que lida com a história do continente perdido de Atlântida, mitologia egípcia antiga e possibilidades antropológicas, tudo embalado por influências de Verdi, Mozart e Bach, entre outros.
Therion
Secret of the Runes (2001)
Secret of the Runes (2001)
O Therion segue soando original e - os puristas querem que você acredite nisso - o melhor de todos os nomes do metal sinfônico. Nomeado em homenagem ao segundo disco do Celtic Frost, "To Mega Therion", os suecos seguem as diretrizes do multi-instrumentista Christofer Johnsson desde 1987. Enquanto alguns exploram determinadas nuances específicas do gênero, o Therion segue fiel al estilo em sua essência - e isso, acredite, é lindo!
After Forever
Decipher (2001)
Decipher (2001)
Segundo álbum deste pioneiro e muito comentado grupo holandês que existiu entre 1995 e 2009, que em sua turnê contou com instrumentos clássicos ao vivo e um coro completo para complementar a voz da soprano Floor Jansen (hoje, como você sabe, no Nightwish). Pouco tempo depois, o guitarrista Mark Jansen saiu fora e levou seus vocais guturais para a sua próxima banda, o Epica. Passados 15 anos, os arranjos grandiosos do disco ainda soam magistrais.
Within Temptation
The Silent Force (2004)
The Silent Force (2004)
Três discos e os holandeses do Within Temptation começaram a se destacar logo no início de sua carreira, estabelecendo um estilo sinfônico que se tornou ainda mais atraente com a voz irresistível e a presença de palco de Sharon den Abel. Mais tarde a banda iria incluir elementos góticos em sua sonoridade, até chegar a uma lamentável associação com o rapper Xzibit. O Within Temptation lançou discos que venderam mais que "The Silent Force", embora seja de se duvidar que a banda tenha composto uma música melhor que “Stand My Ground”.
Kamelot
The Black Halo (2005)
The Black Halo (2005)
"The Black Halo" foi o sétimo disco desses norte-americanos. O álbum é a conclusão de duas peças conceituais inspiradas em Fausto, obra emblemática de Goethe, e retoma o caminho onde o predecessor Epica havia parado dois anos antes. Faixas como “The March of Mephisto”, “When the Lights Are Down” e “The Haunting (Somewhere in Time)” estão entre os melhores momentos da carreira da banda.
Nightwish
Dark Passion Play (2007)
Dark Passion Play (2007)
O debate sobre os méritos das três vocalistas que passaram pelo Nightwish provavelmente irá levar às reações raivosas de sempre, embora a atual frontwoman Floor Jansen seja provavelmente a melhor. "Dark Passion Play" pode trazer a cantora menos popular do grupo finlandês, Anette Olzon, mas é o seu melhor conjunto de músicas, com a abordagem melódica da sueca soando perfeitamente adequada ao material. Na verdade, de “Bye Bye Beautiful” até os 14 minutos de “The Poet and the Pendulum”, o disco é quase perfeito.
Epica
The Quantum Enigma (2014)
The Quantum Enigma (2014)
Este banda finlandesa tem desenvolvido um papel crucial na evolução do metal sinfônico através de uma série de lançamentos consistentemente impressionantes, mas com "The Quantum Enigma" - seu sexto álbum de estúdio - o Epica elevou tudo a um nível diferente, contratando um coro de câmera e uma orquestra de cordas para melhorar as belas faixas, que já eram uniformemente fortes. Coloque a mezzo soprano ruiva Simone Simons na jogada, e o resultado beira um abalo sísmico.
Por Dave Ling, do TeamRock
Tradução de Ricardo Seelig
Tradução de Ricardo Seelig
Mike Portnoy: Ele não se importa mais em ser comparado ao Dream Theater
Em matéria de Christina O'Neill no site Team Rock, Mike Portnoy admitiu que se sentiu “relutante” em relação ao vindouro álbum duplo Similitude Of A Dream, da THE NEAL MORSE BAND, após o álbum conceitual The Astonishing do DREAM THEATER.
Inspirado no conto “O Peregrino”, escrito no século XVII por John Bunyan, o álbum será lançado em 12 de Novembro – e tem sido descrito como “uma obra-prima instantânea” pelo baterista.
Entretanto, Portnoy afirmou que inicialmente esteve temeroso com possíveis acusações de que teria copiado sua antiga banda, que lançou o álbum duplo The Astonishing no início do ano.
Ao site Metal Wani, Portnoy disse: “Tenho que admitir que estive realmente resistente à ideia de fazer um álbum duplo com Neal Morse porque tive medo das inevitáveis comparações com o último trabalho do DREAM THEATER.
“Como eles lançaram um álbum conceitual duplo, estive realmente resistente e relutante à nossa ideia de fazer o mesmo. E eu contestei os caras de forma dura no estúdio enquanto criávamos este disco, desesperadamente tentando mantê-lo como um álbum simples apenas porque eu já podia imaginar as comparações e não queria seguir este caminho.
Eu não queria ser comparado e não queria que ninguém pensasse que estávamos roubando a ideia deles, o que obviamente não era o caso. Então realmente bati de frente com os caras. Mas em algum ponto do processo de composição e gravação, sabíamos que ele deveria mesmo ser duplo. Então finalmente desisti de contestar e deixei o álbum ser o que ele precisava ser.”
Portnoy completa: “Em um primeiro momento tive bastante medo e estive muito hesitante em relação às comparações, mas agora eu meio que quero que eles sejam comparados, porque estou muito orgulhoso do trabalho”.
“Eu realmente sinto que nosso álbum tão especial que deixei de me importar com essa comparação. Acho que o que fizemos é absolutamente o melhor do melhor, então me sinto orgulhoso e acho que ele pode resistir a tudo”.
A THE NEAL MORSE BAND disponibilizou as faixas “Long Day”, “Overture” e “City of Destruction” do álbum ao longo das últimas semanas. Eles entrarão em turnê em Janeiro pela América do Norte para promovê-lo.
Comente: Como você acha que o trabalho atual de Portnoy se compara a seus anos de Dream Theater?
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
Conheça Um Pouco Sobre a Trajetória De LILI BAND, Uma Das Grandes Promessas Do Rock Nacional
Robson: Quando e como surgiu a banda? E qual a proposta inicial da banda?
Robson: Fale um pouco sobre o primeiro álbum de vocês "não foi por acaso", qual mensagem vocês visam transmitir através dele? e como foi o processo de gravação?
(LILI)
(FRED)
A banda surgiu a exatos 3 anos em outubro de 2013. Eu e a LiLi nos conhecemos no Centro de Formação Artística do Palácio das Artes em BH e a partir de afinidades musicais criamos a LiLi Band. Nossa proposta inicial era levar rock, com qualidade e alegria para as pessoas cantarem e dançarem.Robson: Fale um pouco sobre o primeiro álbum de vocês "não foi por acaso", qual mensagem vocês visam transmitir através dele? e como foi o processo de gravação?
"Não foi por acaso" ,como o próprio nome diz não foi um acaso, o disco resume um pouco das minhas escolhas, em que tive a oportunidade de aprender com situações que me fizeram refletir sobre o momento que eu passava na vida, sejam eles bons eu ruins eu sempre tirava algo de bom para transformar em música, tudo que eu queria era ajudar as pessoas em algum momento da vida com a minha música da mesma forma que ela me ajudou .
Muitas pessoas se identificam com nossas músicas, pois tudo que nós abordamos nós acreditamos de fato. Cada música tem um sentimento ou ensinamento e abordam algo que eu aprendi refletindo sobre o que eu estava vivendo no momento.
O processo de gravação não foi fácil, pois tínhamos muitas ideias relacionadas a instrumentação, à composição que não tivemos a calma de experimentar e entender melhor o que era na realidade, porém amamos o resultado e acho que o mais importante foi alcançado, pois o som ficou muito agradável, de qualidade e a mensagem que queríamos deixar está sendo entendida e compartilhada pelas pessoas .
O processo de gravação não foi fácil, pois tínhamos muitas ideias relacionadas a instrumentação, à composição que não tivemos a calma de experimentar e entender melhor o que era na realidade, porém amamos o resultado e acho que o mais importante foi alcançado, pois o som ficou muito agradável, de qualidade e a mensagem que queríamos deixar está sendo entendida e compartilhada pelas pessoas .
Robson: Fale um pouco sobre cada membro da banda e quais são suas influências pessoais de cada um?Lili - Minha experiência musical é muito ampla, pois já cantei de tudo nessa vida , dês de música barroca a jazz, blues , pop, essas experiências foram de suma importância pra que eu pudesse entender quem eu era e o que eu queria cantar , Me formei em Canto lírico no CEFAR - Centro de Formação Artística do Palácio das Artes e atualmente estou cursando bacharelado em Canto na UEMG.
Minhas influências vão dês de um folk (Bob Dylan, Johnny Cash) aos grandes clássicos do rock (led Zeppelin, The Doors). Acho que tudo na vida nos influencia de alguma forma, no meu caso dês das experiências musicais da infância ao ouvir meu avô tocar sanfona, ouvir os discos que meus tios ouviam, musicas atuais de nossa época. Para compor o que mais me influencia é o sentimento que eu tô sentindo e quero compartilhar com as pessoas, dependendo do que eu quero falar eu busco a sonoridade relacionada.
Robson: Como foi para vocês conquistarem o primeiro lugar em eventos de grande nomes do nosso país?
Cada festival que participamos é uma experiência super enriquecedora, pois é um momento que temos de conhecer outros artistas, outros tipos de música e também outros públicos. Conquistar o primeiro lugar é gratificante, pois desde o inicio nos empenhamos sempre em levar boa música, e receber um premio é uma forma de reconhecimento desse trabalho e é ainda mais honroso para nós pois sabemos que somos uma banda relativamente nova em vista de artistas que estão a anos na estrada e participam desses eventos.
Robson: Para as pessoas que desejam ficar por dentro das atividades da banda, como podem encontrar vocês nas redes sociais?
Robson: Podemos esperar algo novo para o próximo ano? Se sim fale um pouco mais.
Claro! Se tem uma coisa que a gente não faz é ficar parado, ainda não planejamos um disco novo, composições não faltam, mas queremos divulgar mais nosso disco, já temos algumas ideias de videoclipes, inclusive o de "Sorriso" sai logo logo. Além disso estamos dando continuidade ao "Postais de Minas", uma série de vídeos que temos no youtube e podemos adiantar também que em breve teremos uma música nossa inédita, lançada em parceria com a Tânia Azze.
Robson: Mais uma vez venho agradecer por nos conceder essa entrevista. Gostaria de deixar uma mensagem aos nossos leitores?
Nós é que agradecemos, é sempre bom poder levar um pouco do nosso trabalho! Gostaria de convidar a todos para ouvirem nosso disco, ele está gratuito para download em nosso site, www.liliband.com, e é bem fácil de encontrar em todas as plataformas digitais de streaming e também no youtube! Serão todos muito bem vindos em nossos shows e em nossas redes, estamos sempre a disposição com muito carinho para ouvir sugestões e opiniões. E para shows é só entrar em contato pela facebook ou mandar um email para contato@liliband.com!
Grande abraço a todos! =]
terça-feira, 25 de outubro de 2016
Progressivo: as dez capas de discos mais marcantes
Vejamos quais as escolhas feitas por Sid Smith para a Team Rock das dez maiores capas de discos progressivos, em matéria que pode ser conferida na íntegra no link a seguir, com comentários em inglês.
10 - Caravan – "In The Land Of Grey And Pink" (1971)
09 - The Nice – "Elegy" (1971)
08 - The Moody Blues – "A Question Of Balance" (1970)
07 - Hawkwind – "In Search Of Space" (1971)
06 - Rush - "Hemispheres" (1978)
05 - Genesis – "Nursery Cryme" (1971)
04 - Emerson, Lake & Palmer – "Brain Salad Surgery" (1973)
03 - Yes – "Fragile" (1971)
02 - Pink Floyd – "Wish You Were Here" (1975)
01 - King Crimson – "In The Court Of The Crimson King" (1969)
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